
Aos amigos do cavalo,
Um conselho eu quero dar,
Pois é preciso ter galo
Para tal amigo arranjar.
Começam por brincadeira,
Pensando passar ilesos.
Mas ele agarra à maneira,
Sem darem por isso estão presos.
Começa a degradação,
A física e a moral.
Em nada vêem razão,
Para combater esse mal.
Depois disso, o tal amigo
Das curtes e do prazer,
Começa a mostrar o perigo
Em que se foram meter.
Já nada os satifaz.
Nem família nem amigos.
E por falta dessa paz,
Logo aparecem mais perigos.
Esse amigo traz amigos
Com uma amizade tal,
Que nem mesmo inimigos
Lhe fariam tanto mal.
São picos atrás de picos,
E mais um para dormir,
Que os transformam em detritos,
Mas as dores não vão sentir...
E assim, dia após dia,
Correndo atrás do cavalo,
Lá vão perdendo alegria,
Lá vão aumentando o calo.
Até que um dia fatal,
Por terem de aumentar a dose,
Esse cavalo mortal
Lhes provoca a overdose
O cavalo é um bandido
Que corre pelas veias
De quem, sem pensar no perigo,
Se atreveu nas suas teias.
Um conselho eu quero dar,
Pois é preciso ter galo
Para tal amigo arranjar.
Começam por brincadeira,
Pensando passar ilesos.
Mas ele agarra à maneira,
Sem darem por isso estão presos.
Começa a degradação,
A física e a moral.
Em nada vêem razão,
Para combater esse mal.
Depois disso, o tal amigo
Das curtes e do prazer,
Começa a mostrar o perigo
Em que se foram meter.
Já nada os satifaz.
Nem família nem amigos.
E por falta dessa paz,
Logo aparecem mais perigos.
Esse amigo traz amigos
Com uma amizade tal,
Que nem mesmo inimigos
Lhe fariam tanto mal.
São picos atrás de picos,
E mais um para dormir,
Que os transformam em detritos,
Mas as dores não vão sentir...
E assim, dia após dia,
Correndo atrás do cavalo,
Lá vão perdendo alegria,
Lá vão aumentando o calo.
Até que um dia fatal,
Por terem de aumentar a dose,
Esse cavalo mortal
Lhes provoca a overdose
O cavalo é um bandido
Que corre pelas veias
De quem, sem pensar no perigo,
Se atreveu nas suas teias.
Joca (1995)
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